- AECG-RIO comemorou seu 66º aniversário anunciando a criação do Conselho Estratégico de Desenvolvimento da Zona Oeste
- Por Jessé Cardoso: Reage Zona Oeste
- NACAC/MPRJ obtém prisão preventiva de homem acusado de atropelar e matar pedestre em Santa Cruz
- Comissão Parlamentar de Direitos Humanos do Paquistão envia carta oficial ao Embaixador da Coreia do Sul
- Embrapa abre pré-inscrições para Curso de Extrusão de Alimentos em Guaratiba
Francesa Lafarge de Santa Cruz investe no Rio de Janeiro, de olho nas Olimpíadas.
Alexis Langlois, presidente da Lafarge, fabricante francesa de cimentos e concretos especiais, vê o Rio de Janeiro como uma das principais praças para investimentos. Entre os novos projetos estão um centro de pesquisas, uma nova usina de cimento em Santa Cruz, na zona Oeste, e a ampliação da reciclagem de resíduos da construção civil. O total dos investimentos no estado até o momento é de R$ 74 milhões. O Rio responde por mais de 1,5 milhão de toneladas da produção local de cimento da empresa, de 7 milhões anuais. Sobre a fusão com a suíça Holcim, o silêncio permanece. As conversas, diz ele, são de responsabilidade da matriz, na França.
"No Brasil, vamos investir no aumento da produção. No Rio, a Lafarge está em movimento contínuo. Inauguramos recentemente, em fevereiro, uma nova usina de cimento em Santa Cruz, na zona Oeste da cidade, que vai aumentar a nossa capacidade de produção no estado do Rio em 50%. Foi um investimento de mais de R$ 70 milhões. Está tudo caminhando muito bem. Também fizemos investimentos de R$ 4 milhões em um Laboratório de Desenvolvimento de Materiais de Construção, no bairro do Rio Comprido, zona Norte da cidade. Será o primeiro das Américas e o quinto no mundo", disse Alexis Langlois. Para o presidente, Rio é um dos mercados mais importantes da empresa. "A Lafarge está hoje em três das cinco regiões do Brasil. No Sudeste, o Rio de Janeiro é um dos mercados importantes para a empresa. Claramente pelas oportunidades da Copa e das Olimpíadas e também pelo desenvolvimento da cadeia de óleo e gás, assim como pelos investimentos de infraestrutura, que ampliam o potencial de negócios".
{loadposition folhadaterra-posicao10}
{jcomments on}

